"É uma tradução de mim". De autorretratos figurados y de "otrorretratos" letrados

UDC.coleccionInvestigación
UDC.departamentoLetras
UDC.endPage90
UDC.grupoInvInvestigación Lingüística e Literaria Galega (ILLA)
UDC.issue2
UDC.journalTitleRHA. Revista de História da Arte. Série W.
UDC.startPage79
dc.contributor.authorMartínez Pereiro, Carlos Paulo
dc.date.accessioned2025-07-04T10:07:19Z
dc.date.available2025-07-04T10:07:19Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstract[Resumo] Neste ensaio, «É uma tradução de mim — De autorretratos figurados e de ‘outrorretratos’ letrados», partindo da ideia de que todo autorretrato é um ‘outrorretrato’, trata-se de analisar criticamente o obstinado rigor plástico-escritural da dupla obediência criativa com que, em harmónica amálgama e em dilatada trajetória, o poliapto criador Almada Negreiros constrói, como affaire verbale et visuelle, não poucos dos numerosos autorretratos do seu continuado, mas variado e versátil, ‘eu’. Neste sentido, além de dissertarmos sobre a questão do seu cultivo, obsessivo e sinuoso, da representação ‘auto-bio-gráfica’ e da pensée subjetiva com transitivas palavras e imagens, procuramos ler — isto é, distantes de qualquer imaculada conceção, decifrar, decodificar e/ou interpretar —, entre outros, dois dos seus autorretratos mais emblemáticos e paradigmáticos: o desenhado (e escrito) «Almada — Autorretrato (893-43)» (1948) e o escrito (e desenhado) «De 1 a 65 » (1958).
dc.description.abstract[Abstract] In this essay, «A translation of myself — Of figured self-portraits and lettered ‘other-portraits’», based on the idea that all self-portrait is an ‘other-portrait’, we will critically analyze the tenacious accuracy of double creative obedience both in plastic and written form with that, in harmonic amalgam and dilated trajectory, Almada Negreiros — a man whose artistic creations cover the most diversified fields — builds, as an affaire verbale et visuelle, not few of many self-portraits of his sustained, but diverse and versatile, ‘self’. In this sense, besides debating the issue about his creational process, obsessive and tortuous, his ‘auto-bio-graphical’ representation and his subjective pensée with transitive words and images, we will seek to read — far from any immaculate conception, decipher, decode and/or analyze —, among others, two of his most representative and paradigmatic self-portraits: the drawn (and written) «Almada — Autorretrato (893-43)» (1948) and the written (and drawn) «De 1 a 65 » (1958).
dc.identifier.citationMartínez Pereiro, C. P. (2014) "«É uma tradução de mim». De autorretratos figurados y de 'otrorretratos' letrados", RHA. Revista de História da Arte. Série W, 2, Lisboa (Portugal), Universidade Nova de Lisboa, pp. 79-90
dc.identifier.issn1646-1762
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/2183/45475
dc.language.isospa
dc.publisherInstituto de História da Arte, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalen
dc.rights.accessRightsopen access
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectAlmada Negreiros
dc.subjectAutorretrato
dc.subjectHibridismo
dc.subjectRepresentação
dc.subjectEscrita
dc.subjectSelf-portrait
dc.subjectHybridism
dc.subjectRepresentation
dc.subjectWriting
dc.title"É uma tradução de mim". De autorretratos figurados y de "otrorretratos" letrados
dc.typejournal article
dc.type.hasVersionVoR
dspace.entity.typePublication
relation.isAuthorOfPublicationb22ceca3-a7c8-4731-afe8-7523414fe925
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