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http://hdl.handle.net/2183/27482 Rede institucional do reintegracionismo: estrutura, agentes, programas e estratégias (2008- 2019)
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Publication date
Authors
Paz-Félix, Alberto
Advisors
Other responsabilities
Universidade da Coruña. Facultade de Filoloxía
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Type of academic work
Academic degree
Abstract
[Resumo] Neste trabalho visamos analisar a rede institucional reintegracionista desde 2008, ano de fundação da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), até a atualidade (2019). Os agentes institucionais que conformam esta rede, que entendemos como subsistema do Sistema Cultural Galego (SCG), caracterizam-se pela defesa da unidade linguística galego-portuguesa
e a utilização de normas-padrão convergentes com as normas existentes no resto do sistema linguístico português e divergentes das Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego (NOMIG) elaboradas pela Real Academia Galega (RAG) e o Instituto da Lingua Galega (ILG) em 1982 e reformadas em 2003. O nosso interesse é conhecer qual é a estrutura desta rede, os agentes que participam nesta, que programas desenham e que estratégias implementam nas suas ações. Para realizarmos este lavor, delimitamos a rede através duma série de critérios (programa e prática reintegracionistas e âmbito de atuação no conjunto do território galego), para depois identificarmos e contrastarmos que agentes, programas e estratégias têm presença nestas instituições (recorrendo à informação dada por estas nas suas páginas web, preenchendo défices graças a fontes secundárias e, nos casos onde for
necessário, consultando com os agentes que fazem parte destas instituições). Uma vez compilada a informação precisa, descrevemos a estrutura e funcionamento do subsistema segundo as relações estabelecidas entre as diferentes partes, sintetizando e compondo a informação em censos e tabelas que facilitam o processo de investigação. Em base à informação nova obtida neste trabalho, concluímos que a rede institucional reintegracionista é um subsistema com limites flexíveis, formada principalmente por instituições da tipologia de associações ou fundações de caráter cultural, em vários casos com
ligações estreitas com organizações políticas partidárias, o qual achega à rede uma relativa independência a respeito do campo económico. O perfil maioritário dos agentes envueltos nesta rede é o de homem de origem urbana maior de 40 anos com estudos universitários em Humanidades (principalmente em filologia) e atividade profissional ligada ao ensino público (ensino secundário, escolas oficiais de idiomas e universidades), detetando também a presença
menor de mulheres tanto em termos quantitativos (menor número de mulheres face a homens) e qualitativas (menos mulheres nos órgãos executivos das instituições centrais). Nos programas, as instituições centrais do reintegracionismo (AGAL, AGLP e AEG) procuram a socialização e eventual legalização duma norma linguística convergente com o português.
Nestes últimos anos, este objetivo foi procurado através de estratégias que não entrassem em conflito com os discursos centrais no SCG (nomeadamente, a estratégia binormativista elaborada pela AGAL desde 2018), tentando coexionar o espaço reintegracionista e atender ou melhorar posições principalmente em seis campos: o cultural, o literário, os meios de
comunicação, o normativizador, o político e o educativo.
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