Martínez Teixeiro, Alva2025-06-112025-06-112006Martínez Teixeiro, A. (2006). "As margens da história e as urdiduras da ficção n’ A Casa Velha das Margens", Estudios Portugueses. Revista de Filología Portuguesa, 6, Salamanca, Luso-Española de Ediciones, pp. 229-2401579- 6825http://hdl.handle.net/2183/42275[Resumo] O artigo foca o modo em que Arnaldo Santos, no discurso histórico-ficcional e ensaístico-documental do romance anticolonial A casa velha das margens (1999), vai estruturando um fio condutor: o da artificialidade da sociedade colonial e dos inícios da toma de consciência identitária, jornalística e literária, materializada por via da mudez e do sigilo, sinais inequívocos da agitação presente à roda do seu protagonista, Emídio Mendonça, e de um seu controverso périplo iniciático às avessas. Por meio do seu conturbado destino individual, entre o presente e o passado e numa história que conta histórias, o leitor acompanha tanto a sua transformação de ignaro estranho em filho das margens, quanto a radiografia crítico-projetiva do não menos dificultoso panorama nacional angolano em fins do século XIX, na altura, com a condição de província ultramarina.porAtribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0 Internacionalhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/es/Arnaldo SantosA casa velha das margensRomance angolanoHistória e ficção.As margens da história e as urdiduras da ficção n’ A Casa Velha das Margensjournal articleopen access