Goulão, Fátima2010-01-262010-01-262000Revista galego-portuguesa de psicoloxía e educación, 2000, 6: 657-665 ISSN: 1138-16631138-1663http://hdl.handle.net/2183/6780[Resumo] Ao desenvolvimento das práticas de formação a distancia, correspondem as necessidades que tem a sua origem nao só na evolução tecnológica e económica das sociedades, mas também na evolução dos modos de vida e das mentalidades. Cada vez mais os sujeitos sociais impoem a ideia de um aprendente, autor da sua formação. A formação a distancia tende, em vários aspectos, a dar resposta anova necessidade de individualização. Se oferece urna oportunidade a quem a ela recorre, quaisquer que sejam as suas motivações iniciais, este tipo de ensino permite, sobretudo, libertar os indivíduos de qualquer constrangimento espaço- -temporal, imposto pelas formas tradicionais. Assim, apresentamos um estudo exploratório das razões que um grupo de aprendentes adultos (N=57) aponta para ter aderido ao ensino a distancia e quais as suas concepções de trabalho dentro do mesmo. Os resultados deste estudo obtiveram-se a partir das respostas dadas a um questionário de resposta aberta integrando tres (3) grandes questões: a) razões consideradas mais importantes pelos aprendentes para esta sua opção; b) pessoas que infuenciaram esta decisao; c) comportamentos ou aspectos considerados mais relevantes, para aumentar ou bloquear a aprendizagem, neste sistema de ensino.porAprendentesAdultosEnsinoDistânciaO ensino a distância e a formação de adultosjournal articleopen access