Maia Marques, Gonçalo2014-04-302014-04-302012ROTUR: Revista de ocio y turismo, 2012, 5: 179-188. ISSN: 1888-68841888-6884http://hdl.handle.net/2183/12148[Resumo] No presente trabalho, procuramos questionar e perspectivar na longa temporalidade histórica o uso das classificações de “vinho verde” e “vinho maduro” no quadro de uma nomenclatura que se foi adaptando aos usos e costumes da vinificação. Salientamos o contributo dado pelos monges beneditinos nesta clarificação e, mesmo, casos documentáveis na nobreza terratenente minhota.[Abstract] In this paper, we question the long perspective and the use of historical temporality ratings “green wine” and “mature wine” under a nomenclature that has adapted to the habits and customs of winemaking. We highlight the contribution made by Benedictine monks in this clarification, and even in cases documentary landowning nobility Minho.[Resumen] En este artículo pretendemos cuestionar y presentar desde una perspectiva de larga temporalidad histórica el uso de las clasificaciones de “vino verde” y “vino maduro” bajo una nomenclatura que se ha ido adaptando a los usos y costumbres de la elaboración del vino. Destacamos la contribución de los monjes benedictinos a esta clarificación, y casos documentados en la nobleza terrateniente del Miño.porVinho verdeVinho maduroRegiôes demarcadasTerritorialidade dos vinhedosMarks of originTerritoriality of the vineyardsEntre vinhos verdes e maduros: estudo de casosjournal articleopen access