Zamith-Cruz, Judite Maria2010-01-262010-01-262000Revista galego-portuguesa de psicoloxía e educación, 2000, 6: 93-102 ISSN: 1138-16631138-1663http://hdl.handle.net/2183/6837[Resumen] A imaginação permeia toda a experiencia social e pode ser desenvolvida na escola. Com energia, empenho, fantasia e crítica é possível co-criar momentos de fascínio estético em Educação de Adultos, a partir de recordas;6es inolvidáveis de infancia. Segundo estratégias de visualizas;ao criativa e textos escritos por futuros educadores de infancia, em Cursos em EducaS;ao de Infancia, foram construídos gui6es e analisadas narrativas, fundamentadas na Psicologia Narrativa (v. Bruner) e contextualizadas em lugares de fruiçao. Na actualidade, desfrutar do tempo de escola como se tratando duma viagem dissociativa (com retomo) no aqui-e-agora, arrebatando-a do esquecimento e flexibilizando-nos, constituiu urna forma utilizada em Programas Psicológicos dirigidos ao bem estar e conhecimento para ser (Zamith-Cruz, 1998; Zamith-Cruz & Pires-Antunes, 1999, no prelo). Desenvolveu-se o auto-conhecimento nos estudantes e compreendeu-se melhor o seu conhecimento tácito/cultural, de lugares de aprendizagem e desenvolvimento. Saliente-se que as histórias que contamos acerca do conhecimento e da existencia nao podem ser testadas como hipóteses, porque as pessoas nao sao muito predizíveis, o mundo nao é plenamente cognoscível e os fenómenos sao irreplicáveis, segundo condi~6es controláveis. Em altemativa aos paradigmas tradicionais, a linguagem permite-nos compartilhar e viabilizar discursos, enraizados na acçao e numa epistemologia da prática profissionalporDo brincar e a sua posibilidade: narrações de lugares de infânciajournal articleopen access