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http://hdl.handle.net/2183/39783 Mergin Firms’ Strategies and the Merger Paradox
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Méndez-Naya, J. (2018). Mergin Firms’ Strategies and the Merger Paradox. Nova Economia, 28(3), 1001-1015. https://doi.org/10.1590/0103-6351/4155
Type of academic work
Academic degree
Abstract
[Abstract]:Taking a model of horizontal mergers as a reference,the purpose of this paper is to qualify the merger paradox by proving that a multidivisional fi rm formed by a merger could be sustainable even though the merger does not involve most of the fi rms in the market.Specifi cally, it is proved that the minimum number of merging fi rms to have a profi table merger, assuming both simultaneous and sequential games, is lower in our model than in the traditional literature. Furthermore, it is proved that, if the multidivisional fi rm sets
the number of divisions optimally, the merger is sustainable and less harmful to welfare
than in the traditional model
[Resumo]: Tomando como referência um modelo de fusões horizontais, o objetivo deste artigo é qualificar o paradoxo das fusões, provando que uma empresa multidivisional tormada por uma fusão poderia ser sustentável, embora a fusão não inclua a maioria das empresas do mercado. Especifi camente, é testado que o número mínimo de empresas fundidas para ter uma fusão lucrativa, assumindo jogos simultâneos e sequenciais, é menor em nosso modelo do que no modelo tradicional Salant et al. (1983). Além disso, se prova que, se a empresa multidivisional a empresa estabelece de maneira ótima o número de subsidiárias, a fusão é sustentável e menos prejudicial ao bem-estar do que no modelo tradicional
[Resumo]: Tomando como referência um modelo de fusões horizontais, o objetivo deste artigo é qualificar o paradoxo das fusões, provando que uma empresa multidivisional tormada por uma fusão poderia ser sustentável, embora a fusão não inclua a maioria das empresas do mercado. Especifi camente, é testado que o número mínimo de empresas fundidas para ter uma fusão lucrativa, assumindo jogos simultâneos e sequenciais, é menor em nosso modelo do que no modelo tradicional Salant et al. (1983). Além disso, se prova que, se a empresa multidivisional a empresa estabelece de maneira ótima o número de subsidiárias, a fusão é sustentável e menos prejudicial ao bem-estar do que no modelo tradicional
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